Também não é esse bicho de sete cabeças…

Oi pessoal,

fear

Este ano consegui finalmente riscar duas coisas da minha lista de resoluções de ano novo: vencer o medo de falar em público e o de dirigir na estrada. Já tava virando palhaçada, todo ano essas duas tarefas lá segurando lugar na lista, dando risada da minha cara. Ah me livrei delas!! BWAHAHAHAHAHA!!!

Era um saco falar sobre esses medos com as pessoas e ouvir frases como “ah mas pra que ter medo disso?” ou “também não é esse bicho de sete cabeças…”. Pra mim eram os bichos mais feios do mundo, com sete, vinte, duzentas cabeças horrorosas, todas olhando pra mim com aquele olharzinho blasé de quem diz VOCÊ NÃO CONSEGUE, DESISTA! Só quem tem fobias entende.

Fiz um curso chamado TAO – Técnicas de Apresentação e Oratória  (escrevi sobre o curso aqui) que me ajudou a melhorar meu estado mental antes de uma apresentação. Pronto, um medo já era. Okay, não foi tão fácil assim, foi uma jornada e o desfecho foi o TAO. Mas enfim, já era. Aí me toquei que esse ensinamento serve pra qualquer outro medo inexplicável que apareça, não é só pra apresentações!

Precisei dirigir até Campos do Jordão pois não havia nenhum outro motorista disponível e já havíamos reservado hotel. A princípio topei mas fiquei sem dias dormir apavorada com a idéia de pegar estrada pela primeira vez. Num dado momento lembrei dos ensinamentos do TAO e decidi mudar meu estado mental. Passei a mentalizar uma viagem tranquila. Quando as pessoas me perguntavam se estava nervosa, respondia que tinha certeza de que tudo daria certo. Acreditem se quiser, a tática funciona!

Fiquei ansiosa e tensa na estrada mas sabia que daria tudo certo. Cheguei a Campos com as costas e os ombros tensos e doloridos mas extremamente feliz por ter deixado mais um medo pra trás.

Depois disso fiz outras viagens tranquilamente. Por enquanto ainda dirijo somente de dia mas não tenho dúvidas que logo logo acumularei quilometragem pra passar pras viagens a noite.

É isso aí, medo pra que? JÁ ERA. 🙂

Sometimes, I feel the fear of uncertainty stinging clear
And I can’t help but ask myself how much I’ll let the fear
Take the wheel and steer

It’s driven me before and seems to have a vague
Haunting mass appeal
But lately I’m beginning to find that I
Should be the one behind the wheel

Whatever tomorrow brings
I’ll be there with open arms and open eyes yeah
Whatever tomorrow brings
I’ll be there I’ll be there

So, if I decide to waiver my chance
To be one of the hive
Will I choose water over wine
And hold my own and drive?

It’s driven me before and it seems to be the way

That everyone else gets around
But lately I’m beginning to find that when
I drive myself my light is found

Whatever tomorrow brings
I’ll be there with open arms and open eyes yeah
Whatever tomorrow brings
I’ll be there I’ll be there

Would you choose water over wine?
Hold the wheel and drive

Whatever tomorrow brings
I’ll be there with open arms and open eyes yeah
Whatever tomorrow brings
I’ll be there I’ll be there

(Incubus – Drive)

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